OBJETIVOS

OBJETIVO PRINCIPAL
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O objetivo é fomentar o comércio marítimo fortalecendo a cooperação entre os espaços portuários e as pmes, melhorando a competitividade empresarial através de:

  1. A investigação e a inovação na área logística da cadeia de valor das empresas
  2. A implementação de serviços avançados no âmbito da logística e da cadeia de abastecimento.
  3. O fomento do transporte marítimo, o impulso das comunidades portuárias e a facilitação da implementação de empresas nos espaços portuários.

Este objetivo contribui de forma decisiva a promover a competitividade no setor do transporte marítimo, uma vez que os espaços portuários são uma das principais vantagens competitivas do espaço de cooperação.

OBJETIVOS TERRITORIALES

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O projeto FOCOMAR contribuirá de forma muito relevante a afrontar alguns dos principais retos e a aproveitar as grandes oportunidades que oferece a área de cooperação a que se dirige, e que compreende as regiões periféricas do Alentejo e do Algarve em Portugal e da Andaluzia em Espanha. Concretamente, o projeto contribuirá a atingir dois dos principais objetivos territoriais da Área de cooperação:

    1. Converter as regiões que compõem a área de cooperação (Andaluzia, Alentejo e Algarve) em regiões de referência em projetos de investigação, experimentação, demonstração e transferência tecnológica no âmbito da logística.
    2. Conseguir que a inovação contribua decisivamente a converter numa realidade o potencial geo-estratégico através da logística integral, tanto para favorecer a exportação de produtos, como para induzir atividades econômicass ligadas às cadeias logísticas nacionais e internacionais.

PRINCIPAIS LINHAS ESTRATÉGICAS

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Para contribuir à consecução dos referidos objetivos territoriais, o projeto aborda ações enquadradas em três principais linhas estratégicas:

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INVESTIGAÇÃO E INOVAÇÃO
EM LOGÍSTICA INTEGRAL.

O setor logístico está considerado como um setor chave para o desenvolvimento da área de cooperação nos próximos anos. A sua consolidação dentro das regiões é essencial para eliminar algumas barreiras que têm afetado negativamente o aproveitamento das potencialidades que oferece a área de cooperação e o seu tecido produtivo, evidenciando as fragilidades própias de toda região periférica. O aproveitamento terrestre da oportunidade associada aos grandes fluxos de tráfego contentorizado que se relacionam com a rede portuária andaluza e portuguesa, têm um dos seus pontos críticos na intermodalidade e a boa resolução tecnológica de incorporação de valor acrescentado às mercadorias em trânsito.

Trata-se, portanto, de um projeto de grande interesse estratégico pelo potencial para induzir novas atividades econômicas na área de cooperação e, principalmente, por se tratar dum âmbito em que a inovação e a cooperação são convocadas para ter um protagonismo muito relevante.

A área de cooperação dispõe de importantes vantagens neste campo que colocam às empresas das três regiões numa posição que o projeto pretende aproveitar. Entre elas podemos mencionar:

  • As oportunidades que oferece a posição de Andalzia e Portugal em relação ao Estreito de Gibraltar, como um nó de primeiror nível para os principais tráfegos comerciais marítimos do mundo. As potencialidades que, neste sentido, têm os portos de Andaluzia, Algarve e Alentejo para captar fluxos de transporte e desenvolver atividades de import-export, e a sua vinculação com a economía azul, são bem conhecidas. Explorá-las requer, juntamente com a execução das redes de infra-estruturas do transporte já planejadas, a consolidação de um tecido que com estratégias de inovação seja capaz de aproveitá-las.
  • A configuração duma rede intermodal de grande capacidade e de primeiro nível, formada pelos portos comerciais, uma densa rede de auto-estradas e por eixos ferroviários que farão parte das redes transeuropeias.
  • A progressiva implementação no território da área de cooperação de una rede de áreas logísticas, públicas e privadas, nas suas principais áreas urbanas e nós de comunicações que proporcionam às empresas do território o apoio necessário para desenvolver as suas estratégias internacionais.
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DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL INOVADOR
EM CADEIAS DE VALOR INTERNACIONAL.

Através deste projeto pretende-se fornecer às empresas das três regiões os instrumentos tecnológicos e de inovação que, desde a perspectiva da logística, façam possivel a sua incorporação às cadeias de valor internacional. A participação nestas cadeias requer um esforço importante de adaptação a processos produtivos cada vez mais dinâmicos e a transformações constantes nas tecnologias e na organização do transporte a escala mundial, que somente poderão ser possivéis se incorporados nas atividades empresariais, especialmente no que se refere à logística, uma forte componente de inovação.

A participação das pmes nestas cadeias requere, consequentemente, de uma participação ativa das atividades logísticas. A posição favorável da área de cooperação em relação às rotas marítimas que concentram o maior volume de transporte de mercadorias é um fator de primeira ordem que será aproveitado pelo projeto para aumentar a integração internacional do setor empresarial das três regiões. Atualmente esta vantagem somente foi aproveitada parcialmente e isto foi devido, junto a carências históricas na rede de infra-estruturas que começam a superar-se, a um insuficiente nível de desenvolvimento tecnológico e de inovação numa parte importante das pmes da área de cooperação.

Neste contexto, o projeto orienta os seus esforços em conseguir que as pmes das três regiões desenvolvam um potencial inovador que seja capaz de otimizar as favoravéis condições de partida que oferece a posição da área de cooperação e as melhorias nas infra-estruturas que tem experimentado a área de cooperação nas últimas décadas.

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DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO
DE NOVOS MODELOS EMPRESARIAIS PARA AS PMES

O projeto aborda também uma das questões que têm limitado o crescimento de vários setores produtivos da área de cooperação nas últimas décadas, como é a posição periférica em que se situam muitas empresas destes territórios ao competir com outras regiões. A fragilidade globalmente considerada da logística regional tem estado penalizando indiretamente a estes setores incrementando sensivelmente os seus custos de produção e colocando-os numa posição secundária dentro dos mercados globais. São os casos de setores como o agro-alimentário, o agro-industrial, o de componentes energéticos, o metalúrgico ou o aeronáutico.
O projeto pretende que as empresas destas regiões melhorem os custos de produção e aumentem a sua competitividade, tudo graças ao fato de possuirem modelos mais eficientes e sustentavéis com os que fazer frente às suas demandas de transporte, incrementem a sua internacionalização e aumentem os volumes de carga.

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